Há muita gente – principalmente estudantes de comunicação – que acreditam em um jornalismo imparcial. Não quero brochar ninguém, mas sempre é bom lembrar:

- Toda TV, Rádio e Jornal tem um dono

- Todo empresário de comunicação é patrão

- Todo patrão age como tal

- Todo patrão tem interesses (para o bem e para o mal)

- Toda empresa de comunicação precisa de dinheiro para sobreviver

-  Todo empresa de comunicação vive basicamente de publicidade

- Todo patrão fala bem de quem financia seu negócio

- Todo patrão fala mal dos que não financiam (até que eles passem a financiar)

-  Todo patrão tem amigos e inimigos no poder

- Todo patrão precisa ajudar para ser ajudado

- Toda redação tem um aquário

- Todo aquário tem um pau mandado

- Todo jornalista que não respeita o patrão ou o aquário é demitido

- Todo dia o jornalista produz notícias

- Todo o povo acredita no quê lê

- Todo o povo acredita no que ouve

- Todo o povo acredita no que vê

Reproduzo aqui com absoluta concordância o comunicado divulgado pelo Grupo de Reflexão sobre Relações Internacionais, do qual a organização onde trabalho também faz parte.

Acima de tudo é preciso saber as reais intenções por trás destes protestos e da desestabilização do governo. A Venezuela é um dos maiores países produtores de petróleo no mundo, e assim como o Iraque, Líbia e Egito, que sabidamente possuem um histórico de intervenções militares de outros países após crises políticas bastante semelhantes.

Em defesa da soberania nacional e da manutenção da legalidade na Venezuela

O Grupo de Reflexão sobre Relações Internacionais (GR-RI), formado por acadêmicos, representantes de movimentos sociais, partidos políticos, organizações não-governamentais e outros integrantes da sociedade civil brasileira, manifesta sua solidariedade ao povo e a governo da República Bolivariana da Venezuela diante das ameaças à ordem constitucional que esse país irmão tem enfrentado nas últimas semanas.

Entendemos que a Venezuela vive uma era de enormes transformações no sentido do aprofundamento da democracia e do avanço da justiça social, em um processo permanentemente respaldado por eleições livres, reconhecidas por observadores internacionais independentes. Para nós, brasileiras e brasileiros, tem sido especialmente importante a contribuição venezuelana para o projeto coletivo da integração regional.

Tudo isso nos leva a tomar uma firme posição em defesa da soberania nacional e da manutenção da legalidade na Venezuela. Repudiamos a tentativa de desestabilização do governo legítimo do presidente Nicolás Maduro, assim como qualquer tipo de ingerência externa nos assuntos venezuelanos.

Neste momento, defender a democracia, a paz, os direitos humanos e o respeito à Constituição na Venezuela significa defender esses mesmos valores em toda a América Latina.

Ele é garanhão. Ela é galinha

Ele é competente. Ela deu para o chefe

Ele ganha mais. Ela faz o mesmo trabalho

Ele dirige bem. Ela é mulher

Ele é chef. Ela, dona de casa

Ele joga futebol. Ela é sapatão

Ele é piloto de avião.  Ela? Com ela eu não vou

Ele bebeu além da conta. Ela é uma vadia e depois que bebe dá pra qualquer um

Ele caiu em tentação. Ela pediu para ser estuprada por andar com aquela saia

Ele, obstetra, lembra que na hora de fazer, não gritou. Ela está sem anestesia

Ele não assumiu. Ela criou sozinha

Ele se descontrola. Ela apanha

Ele arrumou outra. Ela morreu

Ele ri da delegacia da mulher. Ela não teve tempo de denunciar

Ele é um político corrupto. Ela é incompetente porque é mal-comida

Eles ocupam 91,4% do parlamento brasileiro. Elas, só 8,6%

Eles são 49% dos brasileiros. Elas são 51%

Discussão de gênero? Essas feministas são chatas pra cacete

E o Dia Internacional do Homem? Por que não tem?

Se eu fosse você, não repetiria essa pergunta…

Parabéns a todas as mulheres neste 8 de março e nos outros 364 dias do ano

A luta continua!

Quantas vezes você já não ouviu essa frase dentro de aeroportos, hospitais, consultórios, barbearias e tantos outros locais? É engraçado como essa relação midiática é algo tão enraizado na cultura brasileira. Sintonizar a emissora da família Marinho tornou-se uma espécie de necessidade fisiológica subliminar preestabelecida. E aqueles que ousam em fugir à regra recebem muita reclamação.

Desde que eu me lembro por gente, é sempre a mesma receita: notícias, programação matinal para a família, seguida do jornal local, jornal esportivo, jornal em rede, bastidores, novela antiga, filmes repetidos, novelas, jornal, novela, futebol, jornal, entrevista e ufa, acabou mais um dia! É uma grade de programação que faz parte do DNA do brasileiro comum. Tirar isso da rotina provoca um choque comportamental único no mundo. Isso sem contar o BBB.

A dependência da nossa população a este grupo de comunicação é preocupante, pois demonstra a facilidade com que se pode manobrar uma parcela significativa da sociedade que nada mais é do que uma massa carente de experiências intelectuais ricas e diversificadas. São milhões de pessoas carentes da pluralidade de opiniões e de uma discussão em alto nível. São reféns, por exemplo, das “meninas do Jô”, um grupo de jornalistas que não deve andar de transporte coletivo há décadas, mas conhecem com uma propriedade ímpar as mazelas do povo.

Além disso, trata-se de um grupo que ao ouvir o que sai da boca de um personagem de novela confunde facilmente ficção com a realidade. Basta lembrar a quantidade de atores agredidos ou idolatrados a partir do papel que representou nos folhetins campeões de audiência.

O mesmo acontece com o conteúdo jornalístico. Se o jornal noticiou, logo é verdade. E até explicar que focinho de porco não é tomada, o estrago já está feito. O caso emblemático da Escola Base, em que os proprietários foram linchados publicamente e depois considerados inocentes, é apenas um grão de areia em meio a um oceano de distorções da realidade.

A influência que as obras de ficção realizadas no Projac – recheadas de indiretas políticas – exercem sobre o comportamento da população, é imensurável. Até mesmo em programas de humor, como o Zorra Total, há diversas mensagens endereçadas aos “inimigos” dos Marinho que são tão explícitas, que chegam a ser bizarras.

O colunista Ricardo Feltrin, da Folha, publicou hoje que de acordo com um estudo do Ibope, 33 de cada 100 pessoas que pagam pacotes por assinatura deixam a TV o dia todo na Globo (e nessa conta estão os consultórios e afins). Se somados os canais da Globosat (Multishow, GNT, Sportv, Viva, etc.), esse índice de dependência chega a 40%, o dobro de todos os concorrentes juntos. Ou seja: a Globo tem literalmente a faca e o queijo na mão para acender ou apagar o incêndio que desejar.

Geração após geração, o brasileiro tem sido doutrinado a acreditar no evangelho segundo a Rede Globo. Trata-se de um processo de hipnose digno de estudo e que teve em seus primórdios apoio total e irrestrito dos governos militares. Mas essa é uma longa história que fica para depois.

Fica a dica…

Dias atrás o cartunista Carlos Latuff, com uma sensibilidade ímpar, traduziu em desenho o estereótipo do típico brasileiro alienado: aquele autointitulado intelectual e formador de opinião a partir de profundos estudos adquiridos no sofá de casa, assistindo ao Jornal do SBT. Vale lembrar que ele também é pós-graduado em leitura semanal da revista Veja enquanto aguarda ser chamado na sala de espera do dentista.

Ilustração de Carlos Latuff

Ilustração de Carlos Latuff representa o pior tipo de brasileiro. Aquele que odeia o Brasil

Conhecedor de todos os conflitos internacionais, acha que a ditadura venezuelana – eleita democraticamente pelo voto popular desde a primeira vitória de Chávez – deve ser exterminada o quanto antes pelos EUA, que sem dúvida é uma sociedade mais que perfeita e sabidamente a maior democracia do mundo (que persegue trabalhadores que tentam se organizar e escolhe seu presidente pelo voto indireto).

Além disso, ele se sente na obrigação de alertar a todos na fila do banco sobre a conspiração comunista que pretende transformar Brasília em uma nova Pyongyang. Afinal, nosso amigo coxinha está convencido de que se a massa não for às ruas na segunda edição da Marcha da Família com Deus, o Brasil entrará em um período macabro, dominado pela vermelhidão do mal. “No tempo dos militares não tinha tanta violência e nem corrupção. Tudo funcionava”, brada. Por isso é preciso defender com unhas e dentes as opiniões contundentes da She-Ra do noticiário brasileiro, Rachel Sheherazade, antes que ela seja enviada para o paredão de fuzilamento.

Como ele não é racista, ele tem UM herói afrodescendente. Apenas UM, já que todos os outros representam perigo quando estão por perto em algum semáforo. O problema, Sr. Coxinha, é que não te avisaram sobre alguns desvios de conduta deste mártir. E quando tentam te avisar, você finge que não ouve.

Para este ser superior, todo e qualquer bandido é de esquerda e tem a língua presa ou sotaque caipira. Já o dono do helicóptero que foi apreendido pela Polícia Federal com 450 kg de cocaína, coitado, é vítima de um funcionário que o traiu pelas costas.

“Alstom, Siemens? O que tem?”

Não, ele não ouviu falar. Desista.  Nas últimas edições a revista publicou ótimas matérias sobre saúde e comportamento.

Documento para debate interno no PT, elaborado por militantes petistas de diversas correntes internas para diálogo com a direção e militância do partido

1. O Partido dos Trabalhadores foi forjado nas lutas democráticas, por justiça social no Brasil. O PT construiu sua trajetória, ao longo dos anos, calcado na luta das ruas e, nos últimos 10 anos, com Lula e Dilma à frente da Presidência da República. Apresentamos políticas governamentais que elevaram a qualidade devida do povo brasileiro, ajudando a elevar sua condição econômica, social, cultural e tirando milhões de famílias da miséria. Isso nos enche de orgulho como militantes petistas!

2. Porém, nosso partido ficou aquém da capacidade de compreender a necessidade de disputar à esquerda os valores, ideais e as pautas históricas forjadas nas lutas que derrubaram a ditadura. Essa incapacidade, aos poucos, abriu um vácuo enorme entre nós e os movimentos sociais, organizados historicamente pelo campo progressista.

3. Já há algum tempo, temos colocado que o PT tinha uma capacidade limitada de dialogar e organizar os anseios da Juventude:

“Contudo, uma constatação deve ser feita: a organização e o diálogo com a juventude nunca foi uma prioridade política para o Partido dos Trabalhadores. Essa identificação da juventude com o partido sempre esteve presente pelo caráter transformador da sociedade que o PT representa e pelo seu ineditismo com expressão política de esquerda no Brasil. Também pela sua forte inserção nos mais diferentes movimentos sociais, ou seja, os jovens se identificam com nosso Partido em razão do seu programa geral e não porque o Partido tenha uma política voltada para a disputa deste setor.Se levarmos o problema de organização da juventude para nossa intervenção nos movimentos juvenis, a situação é aquém da capacidade de mobilização real do PT. Hoje, não conseguimos ocupar em nenhuma das frentes de luta dos movimentos juvenis uma posição de centralidade.Atuamos de maneira fragmentada e, em geral, levando as disputas internas para o seio dos movimentos”, Resolução Concepção e Funcionamento, I Congresso da JPT, maio de  2008.

4. Considerando a nossa presença há mais de 10 anos no Governo Federal, há uma grande geração que não conhece o PT fora da institucionalidade. Associa a ele não mais a transformação, mas sim o status quo. Isso é agravado pela forte ofensiva da mídia na tentativa de igualar o PT a demais partidos, em um senso comum despolitizador e potencialmente anti-democrático: “são todos iguais e corruptos”.

5. As manifestações organizadas a partir da pauta do “passe livre” merecem um olhar cuidadoso por parte das pessoas realmente preocupadas com o desenvolvimento do país.Para entendermos a sua complexidade, é preciso nos debruçarmos sobre a dinâmica das redes sociais, bem como de novos movimentos sociais, que não se alinham ao nosso tradicional campo democrático e popular. Além disso, há que se considerar atentamente o papel que a grande mídia cumpriu ao optar pela disputa do conteúdo políticos das mobilizações.

6. Longe de vermos o protesto de forma uniforme, houve um forte e rápido giro político e apropriação da pauta por setores organizados da direita. Isso se deu no interior das redes sociais, que possuem um alto poder convocatório.

7. Nela, como todos podem gerar e reproduzir informações, temos uma (falsa)sensação de igualdade e de estarmos falando entre pessoas com as quais confiamos. Afinal, a informação é repassada por vínculos de “amizade”. Contudo,assim como na mídia, há forte possibilidade de manipulação.

8. O que vimos hoje no Brasil é uma explosão de insatisfações com diversos problemas históricos existentes em nosso país. Ela aponta para transformações estruturais no capitalismo brasileiro em todas as esferas de governo, reivindicando mais eficácia no gasto público com transporte público, saúde e educação.

9. Certamente o PT e a esquerda precisam se debruçar sobre a pauta da reforma urbana e apresentar uma proposta que dispute corações e mentes da sociedade.A mobilidade urbana sempre foi pauta prioritária para discussão da esquerda e dos governos municipais do PT, pois está diretamente ligada à qualidade de vidados trabalhadores brasileiros. É preciso ousar e enfrentar os verdadeiros cartéis que dominam as concessões de transporte em todo o país.

10.Alçamos uma importante vitória ao conseguirmos sediar a Copa das Confederações e do Mundo. No entanto, apesar das relevantes alterações nas estruturas de algumas cidades, em outras não ficou nítido para a população qual será o legado positivo que o Brasil deixará ao seu povo ao final das competições.É inegável o mal estar sobre os gastos e nós precisamos dar respostas dignas à população.

11. Mesmo com toda a ampliação da participação popular nas instâncias de representação política, afirmadas nas dezenas de conferências e conselhos de políticas públicas criados, não conseguimos, nos nossos dez anos à frente do governo federal, garantir espaços de vocalização das demandas que se colocam hoje nas ruas. As manifestações na rua mostram que, embora tenha havido ganhos expressivos, falhamos no essencial: aproximar o cidadão dos processos de tomada de decisão sobre o dinheiro público. O PT precisa ter papel ativo no interior do governo, na proposição de novos canais de participação democrática, em todos os setores governamentais, antenados com essa juventude que se expressa e se organiza pelas redes sociais, à esquerda e à direita.

12. Não conseguimos atrair para a militância petista essa parcela da juventude e da sociedade que, genuinamente, coloca suas insatisfações e sua crítica contundente ao sistema político e aos partidos. Sabemos que o PT é um dos partidos em que há maior democracia interna. As eleições diretas para nossas direções são prova disso. Mas após tantas alianças com nossos adversários históricos, caímos na geleia geral da política institucional. E disso se aproveita a elite conservadora, a mídia irresponsável e setores puramente golpistas que, até então subterrâneos, começam a colocar a cabeça para fora. Essa aberração política fez os grupos assumidamente fascistas liderarem a massa contra as bandeiras e camisas de militantes do PT e outros partidos de esquerda, nas manifestações dos últimos dias, em várias capitais brasileiras.

13.Entendemos que, nas próximas semanas, será jogado o futuro do PT como polo agregador daqueles que permanecem em luta contra as injustiças e contra a desigualdade que – mesmo com todos os avanços – ainda permanece em nosso país.

14.Somos chamados nesse momento a resgatar nossa tarefa histórica: a de organizar nossa militância, de protagonizar a organização de um campo político e de construir com as entidades dos movimentos sociais uma agenda de reformas e mudanças populares para o país, passando pelo governo e pelas ruas, onde a verdadeira massa está à espera de respostas concretas.

15.Mais ainda: devemos atuar também no campo simbólico, ideológico, cultural e político. A falta de identificação da juventude com o PT passa por uma questão de cultura política, de formas e métodos do agir e governar. Nossa burocratização,interna e governamental, afasta a geração dos cidadãos conectados e colaborativos. Além de emprego, educação e saúde, o PT deve voltar a despertar utopia.

16. O partido deve fazer um apelo a todos/as entidades, movimentos, sindicatos,artistas, partidos, intelectuais, juristas, religiosos, enfim todos os cidadãos que,independentemente de suas opiniões políticas e ideológicas e, que estão preocupados com o que está acontecendo, se unam em torno da defesa da democracia, da liberdade de expressão e da livre organização das entidades do movimento social.

17. Cabe à atual direção do partido organizar e fazer chegar a todos os seus diretórios, bancadas parlamentares e aos governos municipais, estaduais e federal a seguinte pauta:

● Rearticular o campo democrático e popular pela defesa das conquistas dos governos Lula e Dilma.

● Aprofundar a campanha pela reforma política, com o financiamento público de campanha, retomando o compromisso radical do PT com a participação popular através da atualização de nosso programa participativo com as possibilidades abertas pelas novas tecnologias e difusão das redes eletrônicas.

● Trabalhar pela democratização dos meios de comunicação, ampliando canais de informação e debate alternativos à mídia conservadora.Enquanto não garantirmos verdadeiramente a pluralidade de fontes de informação, o caráter público das concessões de rádio e TV, e o direito à comunicação do conjunto da população, não superaremos boa parte das fragilidades que nossa democracia mantém.

● Orientar a bancada federal à aprovação urgente de agendas como os 100% do pré-sal para educação.

● Incorporar o direito à mobilidade no Estatuto de Juventude, indicando para implementação do passe livre para juventude no transporte público.

● Dotar o país de uma malha de ciclovias e meios de transportes limpos, que permita a mobilidade com respeito ao meio ambiente.

● Cobrar do governo uma demonstração de guinada à esquerda em ações concretas e cobrar ampliação dos canais de diálogos do governo com os movimentos e a condenação pública imediata, da bárbara violência policial contra os manifestantes.

● Promover a desoneração tributária da classe trabalhadora e tributação das grandes fortunas.

● Enfatizar a laicidade do Estado e a defesa dos direitos humanos, bem como a promoção de igualdade entre homens e mulheres, negros e brancos e a garantia dos direitos da população LGBT. Podemos observar que esses são temas caros à juventude, que compõe parcela expressiva desses movimentos e se frustra quando vê suas reivindicações por cidadania e dignidade serem subordinadas aos caprichos dos setores conservadores que, desde a base do nosso governo, não encontram limites para buscar avançar sua agenda, à revelia do sentimento da nossa sociedade, inclusive.

18. Assim, conclamamos a direção do PT a organizar sua militância a lutar pelo legado histórico que construímos nos últimos 33 anos. Não deixemos, por pura inoperância,setores historicamente conservadores retomarem o poder.

Em defesa das ruas, do povo e da nossa história.

FACEBOOK, 20 a 24 de Junho de 2013.

Assinam:

1. Ademário Sousa Costa Vice-presidente da UNE 2001-2003. Diretório Estadual do PT da Bahia.
2. Adriano Oliveira – vice-presidente da UNE 99/01 e SNJ 2000/01
3. Afonso Tiago – JPT do PT Fortaleza de 2003 a 2004, e Sec. Juventude da Pref. de Fortaleza de 2005 a 2012.
4. Alessandra Dadona, secretária de juventude do PT de SP 2008 -2010
5. Alessandra Terribili – jornalista, cantora e poetisa – diretora da UNE (2003-2005), DE do PT-SP(2005-2007)
6. Alessandro Mendes – Executiva Estadual da JPT/RJ
7. Alex Piero, ex-conselheiro do Conselho Nacional de Juventude pela Pastoral da Juventude, atualmente na Secretaria Municipal de Cultura, São Paulo.
8. Alexandre Luís Giehl – Coordenação Regional II da FEAB (SC/PR), gestão 1999/2000
9. Alexandre Masotti – DCE UCS (1996/1997), blogueiro e designer gráfico
10. Alexandre Miranda, ex vice-presidente da União dos Estudantes de Pernambuco UEP- Candido Pinto, 2004/2005 e atual vice-presidente do PT/Olinda
11. Alexnaldo Queiroz de Jesus, JPT/BA, DCE UFBA (1999/2004), advogado e servidor público
12. Alisson Tadeu Gama Brito – membro diretório estadual do PT-SE, ex-diretor da UNE (2003/2005)
13. Allan Rodrigo Alcantara (DCE 2001-2002, Psicólogo, Conselheiro Regional de Psicologia 2007-2009, Presidente da Federação das Associações de Moradores do Estado de Santa Catarina, Secretário Estadual de Formação Política do PT-SC)
14. Álvaro Alencar – Ex-Vereador e Presidente do PT de Magé/RJ
15. Ana Maria Ribeiro, técnica-adminstrativa UFRJ, Diretora UNE 1987/88, CAED/PT, PT-RJ
16. Ana Maria Batista EXNEPe 2003/2004 – Secretaria de Mulheres BA
17. Ana Torquato DCE UNEB 2001/2003 – Executiva PT-BA
18. Anderson Batata – Foi Diretor da UEE-RJ e Secretário da JPT-RJ de 2001 a 2005
19. Anderson Cunha Santos, Professor de História, DCE-UFMG(1995-1996), Secretaria Geral da FEMEH-1998, Coordenador do Setorial LGBT do PT-MG (2011-2012)
20. Anderson Santos – Diretor da UEP – Gestão 2009/2011
21. André Brayner, advogado, foi coordenador do Festival das Juventudes da Prefeitura de Fortaleza em 2010 e 2011
22. André Rota Sena, Executiva da UNE – 2003-2005,
23. Antônio Carlos Freitas, deputado estadual, 2• Vice presidente do PT-CE, foi do coletivo estadual da JPT de 2005 a 2007.
24. Antônio Jorge Bravo – PT Serra Preta/BA
25. Ariane Leitão, coletivo nacional de juventude do PT 2005/2008 e Vereadora suplente do PT/POA
26. Beatriz Selles – médica, DENEM (2005/2006), DCE UFF (2007/2008)
27. Bob Calazans – Foi Vice Presidente da AMES de 99 a 2000 e do Coletivo da JPT-RJ, e é membro da Executiva Municipal do PT Rio
28. Breno Cortella, vereador e presidente da Câmara Municipal de Araras/SP, secretário municipal da JPT 2001/2004.
29. Bruno Elias – militante do PT, 1º Vicepresidente da UNE 2007/2009, Coordenador de Relações Internacionais da JPT 2009/2011.
30. Bruno Vanhoni Executiva da UNE 2005/2007; Coletivo Nacional de Juventude do PT
31. Camila Vieira ( k k ) ENECOS ( 1999 a 2003), DCE UCB (2000 a 2004), Diretório Estadual do PT da Bahia
32. Carla de Paiva Bezerra, é advogada e gestora, trabalha na SNJ/SG. Foi da DNJPT 2008-2011, Secretária da JPT-DF 2008-2009 e do DCE UnB 2003-2004.
33. Carlos Eduardo Amaral (Cadu) – ex-coordenador-geral do DCE/UFAL (2006-2007) e ex-diretor da UNE (2007 – 2009)
34. Carlos Eduardo de Souza- secretário juventude do PT-SC 2002- atual secretário Geral PT Floripa
35. Carlos Henrique Viveiros Santos coordenador da JPT Gov. Valadares 2008 – 2010 e atual Diretor de Políticas Públicas de Juventude da Prefeitura Municipal de Gov. Valadares, Assessor Diocesano da Pastoral da Juventude.
36. Carlos Odas, secretário nacional de juventude do PT (1999/2001), Coordenador do ProjetoJuventude (2004), atual Coordenador de Juventude do GDF
37. Cássio Nogueira – Diretor da UNE (2008/2009), JPT/PA (2009/2011), coordenador de Organização da Secretaria Nacional de Juventude do PT
38. César Augusto Da Ros, CN – FEAB 97/98, professor do Departamento de Ciências Sociais, professor do Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento Territorial e Políticas Públicas ePró-Reitor de Assuntos Estudantis da UFRRJ
39. Charles Carmo foi diretor do DCE/UFBA e do CARB/UFBA
40. Clarissa Rihl Jokowski, advogada, Presidenta do Diretório Acadêmico do Direito UCS Gestão 2005
41. Cleberson Zavaski – CN-FEAB 98-99, Presidente da Associação de Eng. Agronomos do DF ePTDF
42. Cledisson Junior diretor da UNE (2009-2011) conselheiro nacional de promoção da igualdade racial
43. Daniel Chacon – Direção PT-Natal , Executiva Estadual JPT/RN, Coordenador de Mov. Sociais DCE-UFRN(2008-2009)
44. Daniel Feldmann – diretor da UNE (1999-2001)
45. Daniel Valença – Professor Universitário e Integrante da Comissão de Ética do PT/RN
46. Daniela Matos – Diretora de Relações Internacionais da UNE 99/2001
47. Danilo Chaves – FEAB 1999-2001, vice-presidente UEE MG 2003-2004, PT-BH;
48. David Barros, ex- presidente do Conjuve (2010-2011)
49. Débora Cruz, jornalista, ex-JPT e do setorial de TI/PTDF
50. Débora Mendonça, PT/CE, Coletivo de Mulheres Estadual PT/CE, Militante da Marcha Mundialdas Mulheres
51. Dimitrius Chaves – Diretor da UEE-MG 2007/2011 e atual Secretário Adjunto da Juventude do PT-MG
52. Domingos Sávio Oliveira membro do diretorio do PT Extremoz/RN
53. Dora Martins dos Santos, conselheira municipal de Saúde em Botucatu/SP
54. Dulce Carolina Marinho, Assistente Social. DCE UCSAL 2003.
55. Edson Pistori
56. Eduardo Valdoski, jornalista, ex-coordenador de comunicação (2008-10) e secretário nacional-adjunto da JPT (2007-08) e secretário municipal da JPT/SP (2003-05)
57. Elba Ravane – 2003 Presidenta do Grêmio Estudantil da EAL Sertânia-PE, 2003/2005 Grupo Ação Jovem e JPT Sertânia-PE. Atual Secretária da Mulher da Prefeitura de Caruaru-PE.
58. Eliana Cacique – Coletivo Estadual da JPT-RJ de 2001 a 2005 e é membro da Executiva Estadual do PT-RJ.
59. Elida Miranda, jornalista, Regional ENECOS (2005), CUT- AL e Diretório Estadual do PT/AL
60. Ellen Machado Rodrigues – Medica Sanitarista, DENEM 2003/2005 , AMERESP 2010/2011
61. Erika FernandaViana – médica, DCE UFPB 2004/2005
62. Fabiana Malheiros – DCE UFES, PT-ES.
63. Fabiana Santos – Foi Presidenta do Grêmio Herber de Souza, do CA de Geografia da UGF, do Coletivo da JPT-RJ de 2001 a 2003 e é membro do Diretório Estadual do PT
64. Fábio Sanchez, sociólogo, ex-secretário nacional adjunto de Economia Solidária (2005-2011).
65. Fabrício Gomes de França Ambientalista. Tesoureiro Upes (95-97), secretario da JPT Santo André (98-2000). Atualmente Secretário Adjunto da Secretaria de Gestão dos Recursos Naturais de Paranapiacaba e Pq. Andreense da Prefeitura de Santo André
66. Felipe Oliveira Lopes Cavalcanti, Médico Sanitarista, DCE UFPB 2004/2005
67. Félix Aureliano – foi do DCE Unicap; da FEMEH e do Coletivo Nacional da JPT
68. Fernanda Teixeira – DCE UEMS, Vice-presidenta da UEE/MS, JPT, MMM, C.E. Mulheres do PT –MS
69. Fernando Stern – Psicólogo – DCE UFRJ 1999-2003; Secretário Geral UEE/RJ 2002-2004; Diretor da UNE 2003-2005; militante PT Niterói/RJ
70. Flávia Azevedo, jornalista, ENECOS, DCE UCB e JPT de 2003 a 2005
71. Florentino Júnior, DCE/UnB (2010) e membro do Setorial de Saúde do PT/DF.
72. Francielly Damas, farmacêutica, membro da Associação AFLORE – Associação Florescendo a Vida de Usuários, Familiares e amigos da Saúde Mental de Campinas
73. Gabriel Ribeiro – Foi Secretário Estadual da JPT/RJ e membro do Coletivo Nacional da JPT de 2005 a 2008.
74. Gabriela Gilles Ferreira – ABEPSS, JPT, PT-ES.
75. Giliate Coelho Neto, médico de família e comunidade, coordenador geral da DENEM (2003),
76. Graziele Rodrigues Duda – ENESSO, DCE UFES, UNE, JPT, PT-ES.
77. Guido Rezende – radialista e blogueiro ex-diretor da UNE e UCE
78. Guilherme Floriani – ME Esalq 98 a 2000
79. Guilherme Guimarães de Azevedo – DCE- UFV (2007 e 2008); Dir. de Movimentos Socias da UEE-MG (2009/2011); 3º Vice-Presidente da UNE (2011/2013)
80. Gustavo Rodrigues – Coordenador Geral da UNES (95/97); Femecs (99/2000); Executiva PT- Niterói 2003/2007; Secretario de Saúde de Belford Roxo 2011/2012
81. Humberto de Jesus – executiva da Ubes 1997/1999, RI da Une 2001/2003, ex-secretario nacional de juventude do PT 2003/2004, atual secretario de desenvolvimento social, cidadania e DH de Olinda.
82. Ian Angeli – advogado, Sec. Geral UEE/RJ 2007/2009
83. Ingrid Gerolimich – Foi Coordenadora Geral da AMES-RJ em 2001 e Coordenadora Estadual de Juventude do Governo do Estado do RJ em 2002
84. Isadora Salomão – Arquiteta e Urbanista, Ex-DCE UFBA e Coletivo de Mulheres doPT-BA
85. Jacir João Chies, Coordenação Nacional da FEAB 2001/2002.
86. Jackson Raymundo – Secretário de Cultura do PT/RS
87. Jean Tible, assessor da Fundação Friederich Ebert
88. João Brandão, UEE RJ (2003 a 2005),DCE da UFRuralRJ (2002 a 2007) Professor de educação física do Rio de Janeiro
89. João Maurício, Executiva Estadual do PT do RJ, UBES 2003
90. João Paulo Rillo, Deputado Estadual PT-SP, Presidente da UMES de São José do Rio Preto em 1994 e 1995;
91. João Scaramella – CN FEAB 2002-2003
92. João Tanuri – Assistente Social; Ex-Diretor DASS – PUC-MG (2004/2006), Movimento da Juventude Popular/Itajubá (2007/2008)
93. João Vicente (Caixa d’Água) – Coordenador das Juventudes Metalúrgicas do ABC e da CNM/CUT 1997/1999, hoje membro do Setorial Jurídico do PT/SP e Secretário dos Assuntos Jurídicos e da Cidadania de Franco da Rocha/SP;
94. João Wilson Damasceno, gestor cultural, foi secretario geral do DCE UFC em 2007/2008
95. Jonas Valente – ENECOS, secretário-geral do Sind. dos Jornalistas do DF e militante do PTDF
96. Jorge Alberto – Coordenação Nacional da Juventude do Movimento PT
97. José (Zé)Ricardo Fonseca – Diretor da UNE 2001-2003- PT-DF
98. José Haroldo Thunder- Executiva Nacional de Ciências Sociais (1995-1997), DCE Puc Campinas(1996-1998), PT Votorantim
99. Josué Medeiros – foi 1º vice-presidente da UNE (2005-2007), hoje professor de interpretações doBrasil da UFRJ
100. Julian Rodrigues , PT-SP (UNE e JPT 1997-2003)
101. Juliana Terribli, psicóloga, foi dirigente da JPT-SP 2008-2011
102. Julio Ladeia, vice-presidente UPES 1995/97, ex-membro do Diretório Estadual do PT, militante do PT de São José do Rio Preto, coordenado do CEU Butantã, SP.
103. Karina de Paula (Kakau) – Membro da Executiva Nacional da JPT e Secretária Municipal da JPTde Rio Claro – SP
104. Larissa Campos – secretaria adjunta da jpt-mg e DNJPT 2008/2011 1a dirt.de movimentos sociais da UNE 2007/2009
105. Leandro Ferreira, Executiva da JPT-SP.
106. Léo Bulhões – Executiva Nacional de Bio 1998-1999, Presidente DCE UFPE 2000-2001, Diretor UNE 2001-2003, atualmente Assessor Especial de Projetos Secretaria de Participação Social Caruaru/PE
107. Leonardo Koury – Diretor da UBES 2002-2003 e Coordenação Nacional da ENESSO 2009 / DEJPT 2008-2011
108. Leopoldo Vieira – adjunto da JPT nacional 2005-2007
109. Lívia Manzolillo, jornalista, foi Presidente do DCE UNIFOR de 2003 a 2004.
110. Louise Caroline, Vice-presidenta da UNE 2005/2007; Vice-presidente do PT/PE
111. Lourival de Moraes Fidelis, estudante de doutorado, UNICAMP, Bolsista de Estágio doutoral pela CAPES, Universidade de Córdoba, Espanha
112. Lucas Cassab Lopes – Dce UFJF 2005-2006, Cahistufjf 2004-200, coletivo estadual de juventude2006-2008, tesoureiro do pt-jf 2007-2009,
113. Luciana Mandelli – historiadora – UEE-SP (1999/2003), Col. Nac. JPT (2002/2005) e DR- PT-BA
114. Ludmila Queiroz – Executiva Estadual da JPT/RJ
115. Manuela Nicodemus – UEE-MS (2001/2003)
116. Marccella Berte, economista, Coord. de Movimentos Sociais da JPT 2008-2011, integra o coletivo nacional de meio ambiente e desenvolvimento do PT e é suplente no DN.
117. Marcio Ladeia, publicitário, assessor da CUT, UNE 2005/2007, vereador de São José do RioPreto 2001/2004, UMES 1996/1999 e UPES 1997/1998 militante do PT.
118. Marco Rocha – Setorial LGBT do PT/RJ
119. Marcos Asas – poeta e médico, Conselheiro Nacional de Saúde, presidente do DCE UPE “PauloFreire” 2004/2005, presidente AMERESP 2011/2012, diretor de Saúde da ANPG
120. Maria Carolina – Educadora e militante do movimento de Mulheres/RJ.
121. Mateus Vieira – designer gráfico, membro da DNJPT 2008-11
122. Miguel Papi – DCE UFRJ (1998/2001)
123. Orlando Catharino, membro do coletivo estadual da jptsp em 1991 e 1992
124. Otávio Antunes – jornalista, Vice-presidente da UBES 1997/1999 PT Campinas
125. Patrick Paraense – ex-militante da JPT/PA e Publicitário
126. Paulo Navarro – médico Sanitarista, DCE UFPB 2004/2005, presidente da AMERESP 2010/2011
127. Pedro Gerolimichex Vice Presidente da UBES 2003/2004 – Diretório Municipal PT/RJ
128. Pedro Moreira Coordenação regional da feab (2002 e 2003), secretario estadual de juventude doPT/MG 2004 e 2005 e vice presidente de UEE/MG 2004-2005
129. Pedro Tourinho – Vereador PT Campinas, Médico Sanitarista, professor PUC Campinas,DENEM 2005/2006
130. Pedro Vasconcelos – Ex Secretário da JPT RS 2005 2007. Membro do Coletivo Nacional deCultura do PT.
131. Penildon Silva Filho, professor da UFBA. DCE UFBA 1992-1993 e Diretor da UNE 1993-1995
132. Rafael Barbosa de Moraes (pops), vice-presidente da UNE 2003/2005, secretário nacional dejuventude 2005/2008
133. Rafael Fadeso – Secretário Adjunto da JPT Caxias/RJ
134. Renam Brandão – Secretário da JPT-BA 01/03, Executiva dos Estudantes de CEFETS 97
135. Renata Batista – Presidenta do DM de Magé/RJ
136. Rídina Motta Diretora LGBT UNE 2009 /2011
137. Rodrigo Abel, Secretário nacional de juventude do PT 2000/2003
138. Rodrigo Bico – Secretário de Juventude do PT Natal/RN
139. Rodrigo Campos, ex-Tesoureiro do PT-RS, de 2005 a 2007.
140. Rodrigo Rubinato “Cabelo” – Coordenador da Ames – RJ em 2003, Secretário-geral da FEMEH em 2004
141. Rodrigo Salgado, Professor e Advogado. Ex-coordenador da FENED, Coordenador do DAJMJr
142. Rogério Tomaz Jr, jornalista, militante de direitos humanos, ex-Enecos (2000/2002)
143. Romeu Morgante, ex-presidente da Umes Santo Andre (1998/99) e diretor da UBES (1999/2001)
144. Ronaldo Pinto – diretor da UNE (2007/2009), militante do Mais-PT e da Mensagem ao Partido
145. Samuel de Mesquita – Ex-presidente da UENI, Ex-presiidenteda ARES, Ex- vice-presidente baixada da UEE/RJ, Ex-presidente do DA de Direito da UNIABEU
146. Sávio José, vereador PT – Viçosa-MG.
147. Serena Reis – CN FEAB 2002-2003, analista ambiental do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade – ICMBio/MMA
148. Sérgia Garcia, diretora da UPES gestão 1998, medica formada em Cuba, militante da Associação Médica Nacional – (AMN-MF)
149. Sergio Cardoso – Presidente da União Meritiense dos Estudantes/RJ
150. Sergio Godoy, professor de Relações Internacionais da Fundação Santo André, ex membro do coletivo nacional da JPT, ex Secretário Geral da UPES
151. Sylvio Freitas – executiva da UBES 2005-2007
152. Tahita Magalhães, Assistente Social. Foi Representação Estudantil ABEPSS (2005,2006) e DCE UCSAL 2003.
153. Tales de Castro – vice-presidente da UNE (2007/2009), secretário estadual da JPT-GO
154. Tássia Rabelo – Ex-Presidenta do CA da FGV, Ex-diretora do DCE da UERJ, Ex. Membro da Executiva Nacional da JPT
155. Tassio Brito coordenador geral DCE UESC(2007-2009), 2 diretor de RI da UNE(2008-2009,direção nacional da jpt(2008-2011) 3 Vice Presidente da UNE(2009-2011)
156. Tatiana Oliveira diretora de mulheres da une 2005-2007
157. Tatiana Zocrato – DCE PUC-MG 2002-2004 ,Vice-Presidenta UEE-MG2004-2009 , SEJPT-MG 2008-2011
158. Thomás Ferreira CN ABEEF 2003/2004 Coord. Geral DCE/UFV 2005
159. Tiago Montenegro – jornalista, Enecos (2004), militante do PT, LGBT, movimento pela democratização das comunicações.
160. Ticiana Studart, SNJ PT 2003 a 2005, da secretaria nacional de mulheres do PT de 2005a 2007, e membro da executiva do PT CE
161. Valter Bittencourt – Jornalista. Assessor de Juventude da Confederação Nacional dos Metalúrgicos da CUT (CNM/CUT), militante do PT de Santo André
162. Vanuccio Pimentel, ex-presidente DCE Fafica (2001-2003), Cientista Político e Presidente do PT de Caruaru (PE)
163. Verônica Lima, vereadora de Niterói, executiva da UBES 1997/99
164. Veronica Maia, advogada, militante da RENAP, foi da SNJ PT de 2005 a 2007.
165. Vinicius Cascone – FENED, advogado, militante do PT, Campinas/SP
166. Vinícius de Lima – ex-coord nacional de comunicação da JPT e Presidente do DCE Estácio de Sá ES (2007), Diretório Estadual do PT ES (2008) e Movimento Não é só uma Passagem (2005 – ES)
167. Vinícius Ghizini, historiador, Secretário Adjunto JPT/Macro Campinas e SecretárioMunicipal JPT/Americana.
168. Vinícius Santos – diretor do DCE da UFSCar/SP (2003-2006), e membro da JPT macro Ribeirão Preto/SP (2005-2006)
169. Vinicyus Sousa – Ex – Diretor da executiva estadual da JPT – BA
170. Wagner Romão, sociólogo, ex-presidente do Diretório Zonal de Pinheiros (São Paulo) -2005 a 2007.
171. Wanderson Pimenta, ex- coordenador geral do DCE – UFBA (2012).
172. Wenderson Gasparotto, ex diretor da UEE-SP (1997/2001)
173. Wesley Francisco, DCE UFV, CA História/UFBA, FEMEH, UNE(2003) Coletivo NacionalLGBT
174. Wilney Alves Martins, ex secretário estadual da JPT-GO (2007/2011), ex diretor da UEE-GO (2007/2009). Membro do Diretório Municipal do PT de Anápolis-GO
175. Wladia Fernandes, coordenadora LBGTT do PT CE foi da JPT de 2005/09

QUEM SOMOS?
Grupo de petistas de diversas tendências internas, que militaram em movimentos sociais e/ou partidários de juventude nas lutas de resistência ao neoliberalismo, contribuíram para a vitória de Lula, e depois, Dilma, e querem elaborar coletivamente, desde essa experiência, que rumos o PT deve adotar para responder satisfatoriamente às ruas. Afinal, nós, que sempre estivemos nas ruas, conhecemos bem o que elas representam.

Citação  —  Publicado: 04/07/2013 em Política
Tags:, , , , ,

Falam que o filho do Lula é dono da Friboi, baseado em uma foto de filé da marca com a frase acusatória por cima. Não existe uma única matéria em fonte confiável a respeito na internet. É a mentira que, se muito divulgada, pode ser tornar uma meia-verdade. E antes que invadam os comentários com acusações, sim, ele é dono da Gamecorp. E sim, não foi provado nada contra ele. Clique aqui para ler os esclarecimentos da Procuradoria da República no DF.

Falsa acusação contra o filho de Lula

Tudo o que os acusadores tem é uma imagem e uma frase. Nada mais.

Já a filha do Serra, multimilionária e que teria recebido propina do esquema de lavagem de dinheiro no exterior, segundo documentos que provam isso no livro Privataria Tucana, ninguém compartilha. Nunca fotografaram a casa dela pra divulgar na internet. Só a casa do filho do Lula. Fora que a mídia, com raras exceções, abafou o livro.

Seja coerente e não reproduza acusações sem checar as informações.