Os grandes partem cedo.
Parece que não foram concebidos para percorrer o ciclo natural da vida.
Assim foi com Amy, Kurt, Morrison, Hendrix, Marley, Cazuza, Lennon e Janis na música; Senna, Denner e tantos outros no esporte, bem como poetas, escritores, lideranças políticas e cidadãos desconhecidos.
O que é bom dura pouco.
Elis foi grande.
A maior de seu tempo e de sua geração.
A maior do ontem, do hoje e do amanhã.
Atemporal.
E hoje, mesmo que que em cima da hora, eu não poderia deixar passar em branco.
São 30 anos sem sua voz.
Silêncio? Não!
Nasci pouco mais de dois meses depois da sua morte, mas sinto como se tivesse a conhecido viva.
Elis vive.
Foram 36 anos que passaram rápido.
Outros 30 depois disso.
A morte a levou, mas não a impediu de eternizar sussurros ao pé do ouvido.
Canta Elis, canta…


